Há dinheiro público para a inovação da sua empresa. Quase ninguém no Vale sabe.
FINEP, FAPESP, EMBRAPII, Sebrae, BNDES: bilhões por ano em subvenção, coinvestimento e crédito para empresas que resolvem um problema técnico real. A ORDIUM identifica o edital certo, estrutura o projeto e escreve a proposta, dentro do plano da empresa, não fora dele.
Nem toda empresa tem um projeto financiável. Na conversa inicial, a resposta pode ser "não agora", e ela vem com o porquê.
Fomento não é empréstimo. É o Estado dividindo o risco de quem tenta algo que ainda não existe.
Subvenção é dinheiro que não se devolve, para projetos com risco tecnológico. Coinvestimento é quando uma instituição de pesquisa entra junto. Crédito subsidiado é juro abaixo do mercado para inovar ou digitalizar. Os editais existem o ano inteiro; o que falta às empresas de dez a duzentos funcionários é alguém que leia o edital, traduza a ideia para a linguagem da banca, e cuide da execução depois de aprovado.
Onde há dinheiro
- FINEP: subvenção econômica a fundo perdido para inovação com risco técnico
- FAPESP PIPE: pesquisa inovativa em pequena empresa paulista, em fases
- EMBRAPII: até um terço do projeto, junto com um centro de pesquisa credenciado
- Sebrae e SENAI: programas de inovação e consultoria tecnológica subsidiada
- BNDES: crédito para digitalização, máquinas e escala industrial
- Lei do Bem e Lei de Informática: incentivo fiscal a quem já faz P&D
O que a banca quer ler
- qual barreira técnica impede a solução de funcionar hoje
- em que nível de maturidade tecnológica o projeto está, e a que nível chega
- o que é inovação de verdade, e o que é só melhoria
- orçamento que justifica o risco, não que o infla
- quem executa, com que capacidade, em que prazo
Quatro etapas. A primeira pode ser um não.
Encaixe
A empresa tem um problema técnico que ninguém resolveu? Há um edital aberto, ou previsto, que encaixa? Qual a maturidade do que já existe?
Estrutura
A ideia vira projeto: problema, tese técnica, gargalo, nível de maturidade, etapas, equipe, orçamento, contrapartida, resultados esperados. Se houver parceiro de pesquisa, a conversa com ele.
Proposta
A redação técnica nos campos do edital, na linguagem que a banca avalia. Revisão contra os critérios de mérito. Documentação da empresa organizada para a submissão.
Execução
Aprovado, o dinheiro vem com regras. Marcos, relatórios, prestação de contas, entregas. A ORDIUM governa a execução com o mesmo painel do Sprint: tarefa, dono, prazo, status.
Um projeto de fomento que não nasce do plano da empresa vira um desvio caro. Por isso o Rumo para Fomento parte do Diagnóstico ou do Sprint: a inovação tem que ser uma das três decisões, não uma oportunidade que apareceu.
Sem letra miúda.
Um valor fechado pelo trabalho de estruturar e escrever, e uma parte só se o projeto for aprovado. O primeiro paga o trabalho, aprovado ou não. O segundo alinha o interesse: a ORDIUM ganha mais quando a empresa capta. Números fechados na conversa inicial.
A etapa 1 pode terminar em "não agora". Escrever proposta para edital que não encaixa é perder tempo da empresa e da banca. Se não encaixa, o parecer diz o que precisaria existir para encaixar, e o trabalho para ali.
A ORDIUM não garante aprovação: quem decide é a banca. Não presta serviço jurídico: acordos de cooperação, contratos de transferência de tecnologia e propriedade intelectual são de advogado à sua escolha. Não faz a pesquisa: quem pesquisa é a empresa e, se houver, o centro parceiro.
Trinta minutos para saber se há encaixe.
Conte o que a empresa tenta fazer que ainda não funciona. Se houver um edital para isso, você sabe na conversa. Se não houver, também.
